Prevenir perda de colágeno
Quando começar a cuidar da pele para evitar a flacidez e os sinais da idade?
Procedimentos minimamente invasivos ajudam a prevenir a perda de colágeno e preservar os contornos do rosto; entenda

Você sabia que a flacidez do rosto começa a aparecer muito antes dos 40 anos? Segundo a dermatologista Natássia Pizani Mazza, começar o tratamento nos primeiros sinais de perda de firmeza faz toda a diferença, tanto para a aparência quanto para a saúde da pele.
“A perda de colágeno começa por volta dos 25 anos e é intensificada por fatores como exposição solar, má alimentação, cigarro e emagrecimentos rápidos”, explica.
Por isso, esperar os sinais se agravarem pode comprometer os resultados. A boa notícia é que existem diversos procedimentos minimamente invasivos que ajudam a estimular o colágeno, mantendo a firmeza e prevenindo a perda de contornos faciais com aspecto natural. Entre eles, a médica destaca:
Bioestimuladores de colágeno (como ácido polilático e hidroxiapatita de cálcio):
✔ Atuam de dentro para fora, incentivando a produção natural da substância.
Ultrassom microfocado:
✔ Promove efeito lifting gradual ao aquecer camadas profundas da pele de forma controlada.
Radiofrequência fracionada e lasers específicos:
✔ Melhoram a textura da pele e combatem a flacidez leve.
Toxina botulínica e preenchimentos suaves:
✔ Ajudam a preservar o contorno facial, com naturalidade e sem exageros.

“Muitas pessoas acham que só devem se preocupar com a flacidez depois dos 40, mas isso não é verdade. O ideal é começar os cuidados preventivos ainda jovem”, diz a especialista.
Mas não é só no consultório que o combate à flacidez começa. Hábitos saudáveis e rotina de cuidados com a pele também fazem parte do tratamento. “Usar protetor solar diariamente, cuidar da alimentação e investir em skincare é o básico para preservar o colágeno”, reforça a especialista.
Para a dermatologista, cuidar da flacidez facial não é vaidade, é autocuidado. “Envelhecer bem é possível, desde que a gente comece cedo e conte com acompanhamento profissional. A dermatologia está aqui para isso: cuidar com responsabilidade e segurança.”
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